Crônicas de uma prisão de ventre

Crônicas de uma prisão de ventre

sábado, 15 de agosto de 2015

Carnaval em vila velha - Parte 1 - A viagem

Essa história aconteceu em um dos raros carnavais que eu viajei. Eu tinha 13 anos na época e fui convidado para ir passar o carnaval em Vila Velha na companhia de minhas primas na casa de praia do namorado de uma delas. Aceitei ir após muitas insistências por parte da minha prima que era a minha mais amiga, a que estudava comigo e me ajudava a ir no banheiro feminino para cagar no colégio.

Uma parte do grupo foi de avião e os que não tinham dinheiro (eu) tive que ir no carro da esposa da dona da casa. Nesse carro estavam a motorista, duas filhas dela (uma menina da minha idade e uma de 7), a minha prima e eu. Era o único homem no carro e fui o que mais dei trabalho durante a viagem, se bem que a filha menor dela não foi tão sossegada assim.

A viagem seria em um Escort vermelho novinho com o ar condicionado do jeito que eu gosto, nível polar. Após arrumarmos a bagagem entramos no carro. Fui atrás sentado entre a filha mais nova da motorista e minha prima. Na frente foi a filha mais velha. Seria uma longa viagem por causa dos congestionamentos normais de carnaval e a motorista estava prevendo pelo menos umas 8 horas de viagem na estrada.

As primeiras duas horas foram normais, com muita cantoria no carro e outras brincadeiras para passar o tempo. Quando eu achava que iria conseguir dormir um pouco após a mais nova cair no sono e o carro ficar em silêncio eu comecei a sentir a primeira vontade de cagar. Veio meio fraca, mas acompanhada de umas flatulências que foram sentidas por todos no carro mas para a minha alegria a culpa caiu na menorzinha dormindo. Quando a vontade foi ficando mais forte eu comecei a cutucar a minha prima que entendeu na hora. Ela então avisou a motorista que estava muito apertada para ir ao banheiro e que não iria conseguir segurar muito tempo.  A Márcia (motorista) insistiu para que ela segurasse pois iria parar no próximo posto e sem ter outro argumento ela teve que aceitar. O tempo foi passando e não tinha posto, alias não tinha nada. Estrada e mato. Só isso. Em determinado momento o aperto foi crescendo e ficando cada vez mais forte até que não consegui segurar e senti que desceu um pouco nas calças. O cheiro do coco de imediato tomou conta do carro por causa do ar condicionado e a Márcia parou imediatamento no acostamento para irmos. A Flávia (a filha mais velha) era a que mais reclamava e dizia que iria vomitar. Minha sorte era que todos estavam pensando que a culpa era da minha prima.

 Márcia perguntou se a Cíntia (filha mais nova) queria ir no "banheiro" e a mesma disse que sim. A Flávia disse que não iria pq achava nojento e que preferia fazer nas calças do que agachada no acostamento de uma estrada. Eu tbm disse que iria e minha prima (Lívia) se ofereceu para levar a Cíntia enquanto a Márcia tomava conta do carro. O único problema é que descobrimos que não havia nenhuma papel na bagagem e que teríamos que arrumar um jeito de nos limpar. Fora a recomendação da Márcia para as meninas ficarem de um lado e eu de outro.

Ficamos com medo de entrar no meio do mato de modo que escolhemos umas moitas no acostamento. A Cíntia que para a mãe disse que queria fazer xixi nos disse que queria fazer coco. Nos agachamos então, inclusiva minha prima pra fingir que iria fazer alguma coisa e percebemos que da moita dava para ver a Márcia que estava fora do carro olhando a estrada fumando mas não via mais a Flávia. Cagamos então a Cíntia, que diga-se de passagem fez um cocozão de dar inveja a muita gente grande e eu para terminar o que tinha começado. Minha cueca estava acabada, tive que jogar no mato. Meus shorts também estava sujo mas não tinha o que fazer e o jeito era continuar usando ele. A Cíntia estava com uma freada na calcinha o que me fez pensar que ela estava segurando a vontade antes da viagem começar, mas a deixamos com vesti-la novamente.

Ao voltarmos para o carro a Márcia resolveu ir pra moita fazer xixi e eu fiquei preocupado pois ela iria ver minha cueca, mas para a minha surpresa ela foi para dentro do mato e ignorou a moita que usamos. Dentro do carro a Flávia nos explicou o porque. A moita não nos protegeu em nada, e elas conseguiram ver tudo, alias todos os motoristas na estrada nos viram também. Fiquei com muita vergonha, pois eu tinha uma queda pela Flávia e saber que ela me viu cagar e jogar minha cueca suja fora acabou com a minha esperança de conseguir alguma coisa.

A viagem seguiu com as janelas abertas com ar desligado pois o cheiro das bundas sujas e meus shorts impregnou o carro. Depois de um tempo paramos em um mini mercado de beira de estrada onde a Márcia comprou papel higiênico e água para nos lavarmos. Consegui pegar na bagagem um novo shorts e o sujo foi descartado no banheiro desse mercado.

A viagem seguiu mas não foi tão tranquila pois a Flávia que não havia ido ao banheiro iria precisar ir também, mas isso vou contar em outra parte.

domingo, 5 de julho de 2015

Os banheiros que já tve que usar

Quatro anos se passaram desde que planejei contar nesse blog não só minhas histórias mas como as das minhas primas que são tão cagonas ou mais do que eu. Porém muita coisa aconteceu de maneira bem rápida, faculdade, trabalho e viagens para o exterior e infelizmente acabei deixando esse espaço morrer.

Bom, não vou prometer manter sempre atualizado, pois, ainda estou com a vida ainda mais corrida com a vinda do meu primeiro filho, mas vou tentar arrumar um tempo para escrever aqui.


Para começo vou postar as fotos de uns banheiros químicos pelos quais já tive que passar.... no exterior médios e pequenos eventos só usam banheiro químico, então quando a vontade vem o jeito é usá-los.


Vamos lá:

Esse primeiro foi em um festival de música na Carolina do Sul nos EUA. Olha o estado. Essa cagada aí não é minha, foi de uma garotinha aparentando 11 anos que estava com a mãe e não conseguiu se segurar. A mãe da menina quando as duas sairam e me viram esperando pra usar me pediu mil desculpas e que a filha dela estava passando mal. Tive que fazer malabarismo para usar sem me sujar.







Esse segundo foi aqui no Brasil, e felizmente eu não precisei usá-lo, mas minha prima sim. Isso foi no carnaval em uma das praias de Vila Velha. Esses panos são calcinhas sujas, não sei dizer se foram de pessoas que fizeram nas calças ou apenas se limparam com elas.




O terceiro é de uma praia na California. Tirei a foto antes de usar. Nesse foi mais tranquilo, foi só subir no apoio do lado do vaso e fazer agachado, o problema é acertar a mira, coisa que alguém antes de mim não conseguiu rsrs.




Essas duas últimas foram de uma festa de férias de verão e não lembro onde foi. O de cima foi minha prima que usou, o segundo fui eu.




Tenho umas de banheiro de bar, ônibus e até de moitas que já tive que usar. Assim que organizar tudo e arranjar um tempo eu posto.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Banheiro Químico

Fiquei um tempão sem postar nada de novo.... mas tbm é trabalho, curso e preparação da nova casa, que diga-se de passagem não é barato =/.

No meu retorno vou contar uma experiência que tive ao usar um banheiro químico. Acho que muitos já usaram e sabem o quanto ele é nojento e se tratando de banheiro químico desses de grandes eventos ficam pior ainda. Bom, o que vou contar aconteceu no carnaval no centro da cidade.

Eu estava com um grupo de amigos andando pelos arredores da lapa sempre com uma cervejinha na mão e parando em um bar e outro pra comer algum tira gosto. Depois de mtos pasteis e empadas comecei a sentir vontade de ir ao banheiro e era uma vontade mto forte. O grupo se separou então e partimos em busca de um banheiro eu e minhas amigas Talita e Priscila. Descobrimos infelizmente que os bares só estavam liberando banheiro para clientes, o que é ilegal, mas como estávamos bebados e eu mto apertado decidi não ficar comprando briga e procurar um lugar pra me aliviar. No meio do caminho vimos várias pessoas mijando pelos cantos das calçada, inclusive mulheres bem bebadas e ao avistarmos una kombi parada na calçada a Pri sugeriu nos aliviarmos atras da mesma. O problema era que apenas ela queria fazer xixi eqto eu e a Talita precisávamos fazer o número 2, sendo assim ela desistiu da idéia e pela amizade continuou conosco na peregrinação por um banheiro. Encontramos um conjunto de banheiros químicos mas as filas eram gigantescas e eu não iria aguentar esperar ali e depois de tanto tentar consegui convencer a Pri a continuar, pois segundo ela já não estava mais conseguindo segurar o xixi. Já tinhamos andando mto e chegando perto da prefeitura vimos ums ruela com um único banheiro quimico e felizmente vazio. A rua estava praticamente deserta passando por ali de vez em qdo bebados em direção a Av. Presidente Vargas ou então para vomitar na calçada ou fazer suas necessidades ignorando o banheiro ali parado. Chegamos perto ignorando tudo isso e vimos que o banheiro era feminino e é claro tive que ouvir piadinhas das meninas que eu não poderia usar. Depois das palhaçada a Pri foi na frente pois o caso dela era mais rápido, depois de alguns minutos ela sai xingando e dizendo que era melhor ter feito no meio da rua, pois o banheiro não tinha papel, estava inundado de xixi e com coco no chão e nas paredes. Eu estava nas últimas forças e não ia segurar mais então tinha resolvido que seria ali mesmo, a Talita acabou cedendo pra dazer ali tbm pois já estava mto cansada de andar com o salto dela. Ela foi na frente então já sabendo o que iria encontrar. Demorou bastante e eu fiquei com medo de formar fila de pessoas para usarem o banheiro. Depois de bastante tempo sai ela reclamando dizendo que não conseguiu se conter e vomitou tbm, logo pensei que além de merda e xixi teria que enfrentar cheiro de vomito tbm... Ela disse que demorou pq dentou se equilibrar subindo no balcão que serve de privada mas o salto não ajudou então ela brigou pra fazer agachada sem encostar no assento o que segundo ela foi meio desastroso pq ela errou o alvo e cagou mais o chão que o vaso. O excesso de alcool mais as misturas de "fragâncias" contribuiu para que ela chamasse o Raul antes de sair. Eu entrei tendo o cuidado pra não pisar no pobre do Raul e o que vi me traumatizou. Era um cenário de guerra, merda por todo lado, inclusive o da Talita ao pé do vaso que diga-se de passagem era senhor toletão. Fechei a porta e como eu estava de tenis foi fácil subir no vaso e me agachar, baixei a calça e comecei os trabalhos tentando respirar o menor tempo possível. Achando que as meninas estavam do lado de fora não me preocupei com mais nada, apenas em terminarr e sair logo dali, mas foi ai que me ferrei, pois do nada a porta se abre e vejo uma senhora segurando na mão uma menina de uns 10 anos. A mulher começou a gritar ne chamando de tarado e dizendo que eu não deveria estar ali pois era banheiro feminino. Mais pessoas se juntaram e me viram naquela posição bem constrangedora, eu tentei alcançar a porta pra fechar mas esta longe e me segurando pra não cair. A gritaria da mulher foi iterrompida pela criança que fez uma singela obs "mãe olha o cocozão saindo do bumbun dele!" eu estava com o rabo do macaco ainda saindo e tinha esquecido. A mulher então lembrou que tinha uma criança ali e a empurrou de lado. A Talita apareceu do nada e veio pra porta e antes de tomat uma atitude ficou me olhando uns 5 minutos e ainda tive que ouvir um "porra que coco grande". Ela fechou a porta qdo gritei um palavrão. Qdo eu sai a mulher não estava lá, porém as meninas tinham trazido guardanapo pra eu tentar me limpar, o que só serviu pra me sujar ainda mais, inclusive a mão. Elas explicaram que não estavam ali pois a Pri sentiu vontade de fazer xixi de novo e fora procurar um canto. No caminho de volta pra lapa ainda vimos a mulher barraqueira e a menina agachada no poste cagando. A menina nos viu e apontou e qdo a mãe dela começou a nos xingar saimoa correndo dali. hj eu só uso esses banheiros em caso de extrema urgência mas dependendo do estado do mesmo vou preferir ir na moita.


Espero estar mais atuante no blog contando tudo que passo e já passei.

domingo, 24 de outubro de 2010

Finais de semana com a família

Eu me lembro bem dessa época. Eu tinha uma tia que pesava uns 115 kg no mínimo. Ela tinha 3 filhas de com intervalo de idade de 1 ano entre elas, e assim pelo menos um sábado ao mês essa minha tia nos levava na Quinta da Boa Vista para passearmos. Era bem "farofado" mesmo, ela nos obrigava a carregar umas bolsas térmicas cheias de comida (geralmente arroz, maionese, farofa e algum tipo de carne desfiada) e muito suco feito em casa. Naquela época a Quinta da Boa Vista era um pouco abandonada, suja e cheia de moradores de rua fazendo de tudo lá, desde comer, fazer suas necessidades fisiológicas até transar. Uma característica que existia na Quinta naquela época e acho que perdura até hoje é a falta de banheiros, deu vontade? Vai na moita. Eu lembro que tinham moitas que eram tão movimentadas quanto banheiros de shopping. Uma das moitas mais movimentadas ficava perto de um lago no centro da Quinta e quando minhas primas e eu espiava viámos várias pessoas, geralmente mulheres e crianças todas agachadas sem o menor pudor fazendo de tudo, umas se limpando ao terminar e outras não.

Bom, após descrever um pouco como era a Quinta na minha época vou contar o que acontecia sempre na hora de ir pra casa. Era sempre do mesmo jeito, minha tia nos reunia em uma moitinha e nos colocava agachados para fazermos tudo o que precisava antes de irmos pra casa. Ficávamos agachados ouvido sempre as mesmas ameaças: "É uma viagem longa de ônibus pra casa (mais de duas horas) se algum de vocês ficarem com vontade de ir no banheiro vou descer a mão até fazer nas calças" e isso realmente colocava medo pois ela tinha uma mão enorme. Até que era engraçada a cena, nós quatro agachados fazendo força, as vezes conseguíamos fazer alguma coisa e minha tia fazia questão de nos limpar. Um belo sábado de outubro fomos a Quinta (pra variar) comemorarmos de maneira adiantada meu aniversário. O dia foi normal de brincadeiras e farofagem, na hora de irmos pra casa fizemos o mesmo ritual da agachadinha na moita, só que dessa vez a única que não fez nada foi a Larissa, a mais nova das irmãs e depois de ouvirmos todas as ameaças de sempre saímos da Quinta em direção da estação. Pegamos um trem para a central do Brasil e eu fiquei responsável pela Larissa que o tempo todo ficou de mãos dadas comigo. Na central pegamos um ônibus para vargem grande, o que levaria no mínimo 2 horas de viagem. A Larissa sentou no meu colo e a gigante da minha tia do nosso lado no corredor, diga-se de passagem nos esmagando na janela. Minhas outras primas sentaram juntas no banco da frente. Depois um muito tempo de viagem a Larissa cochichou no meu ouvido que não estava bem, eu então pensei que ela estava enjoada já que o ônibus sacode muito e a viagem é longa, eu abri a janela e deitei a cabeça dela no meu ombro e pensei que ela tivesse cochilado. Tudo estava indo bem até que em certa hora da viagem do qual eu estava quase pegando no sono, comecei a sentir um cheiro bem conhecido, cheirinho de coco. Eu olhei pra frente e minhas primas estavam dormindo, olhei pra minha tia e ela estava roncando, a Larissa não se movia então voltei a tentar dormir. Quando eu estava prestes a dormir de novo quando e percebi que o cheiro aumentou! Tive então a idéia de passar discretamente a mão no bumbum da Larissa pra ver se foi ela, passei a mão bem devagar pra não acordar ela e cheirei... tinha sido ela, o que eu não percebi era que minha tia tbm tinha sentido o cheiro e viu tudo o que eu fiz. Ela não pensou duas vezes e começou a esbravejar "Larissa! Eu te avisei né?". Em um movimento muito ninja ela tirou a Larissa do meu colo e baixou o short e a calcinha dela com uma velocidade perto da luz. O cheiro é claro foi longe, minhas primas acordaram reclamando e a infeliz da minha tia deu uma tapa na bunda da Larissa que fez voar coco por tudo que é lado, em mim por exemplo veio no meu rosto. Para continuar a infeliz resolver deixar minha prima sem a parte de baixo da roupa até chegarmos em casa, não adiantou o choro da Larissa nem os pedidos comoventes de outros passageiros. Não havia condições de colocá-la em meu colo devido a sujeira, fora que minha tia fez questão de deixá-la em pé como se para todos vissem, alias ela sempre achou que envergonhar era cura pra muitas coisas, na época que as meninas ainda faziam xixi na cama, a minha tia deixava exposto para as amigas delas colchão e as roupas molhadas achando que dessa maneira elas parassem de molhar a cama. Chegamos em casa muito tempo depois e mesmo assim minha tia só deixou que ela tomasse banho bem mais tarde. Passeios como aquele só tivemos mais uns 3 ou 4 e nunca mais foi a mesma coisa. Hoje eu não tenho mais contato com minhas primas pois elas se mudaram ainda na adolescência para o norte (terra natal do pai delas). Espero que não tenham passado por situação igual :p

Se o trabalho me permitir atualizarei com mais freqüência. Abraço a todos :)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Não acontece só comigo - Parte 1

Após um tempo afastado por causa do trabalho estou de volta para atualizar meu blog e para recomeçar vou contar alguns ocorridos com amigos próximo a mim. Vou começar contando de uma amiga minha no trabalho mas não irei revelar o nome dela a pedidos da mesma :p e por isso a chamarei de L. Estava eu em minha mesa de trabalho que fica bem próximo aos banheiros (mesa de inciante sempre é a pior) quando reparei que a senhorita L estava indo muito ao banheiro em intervalos bem curtos, então resolvi puxar assunto em uma das passadas dela pela minha mesa. Perguntando se estava tudo bem ela me revelou que havia feito logo pela manhã um exame que precisava aplicar um liquido contraste na veia e que isso não a fez bem. Pensei logo eu, ficou com piriri. Depois disso acho que ela passou mais umas duas vezes por mim e resolvi falar com ela de novo, só que dessa vez ela abaixa pra amarrar o cadarço do tênis dela e foi aí que no exato momento que ela empina a bunda que senti um cheiro mto forte de côcô. Era um cheiro tão  forte que logo de cara me deixou com uma dor de cabeça fraca e meio nauseado. Fiquei pensando em como avisar isso delicadamente, mas com aquele cheiro tava complicado pensar. Comecei então perguntando se o chuveirinho do banheiro feminino ainda estava quebrado e ela concordou (pelo menos o feminino tem, estou pra ver um masculino que tenha), parti então pra uma abordagem mas direta. L, acho que estou sentindo um leve cheiro de côcô, está sentindo? Ela é claro ficou sem graça e para tentar amenizar as coisas comecei a dar uma dica que recebi da minha amiga Giselle (essa deixou por o nome dela) e quem sabe possa ajudar quem estiver lendo. Fui falando para minha amiga L que em banheiros onde não há chuveirinhos a disposição a técnica é pegar uns pedaços de papel e molhá-los discretamente na pia com um pouco de sabonete, voltar para a cabine se limpar com o papel molhado e depois se secar com papel. Eu pensei que tinha passado uma informação de grande utilidade mas a resposta dela me mostrou que eu estava enganado. Ela disse que já conhecia isso mas não iria resolver pois o problema era a calcinha que estava manchada (nas palavras dela, nas minhas seria cagada) pois em uma das ocasiões não havia chegado a tempo no banheiro, ela disse ainda que tentou limpar com papel e achou que o jeans não fosse deixar o cheiro passar. Eu acabei tendo que ir na Lupo comprar uma calcinha nova pra ela, alias tinha que comprar uma calça jeans nova tbm já que tbm havia se sujado mas era mto abuso. Ela me pediu pra jogar a calcinha dela fora, não aguentei e dei uma espiada e vi que ela tinha mesmo se cagado e mto na calcinha. XD.

Agora estou voltando com tudo e estarei sempre atualizando com causos meus ou de pessoas conhecidas. Inté.

domingo, 27 de junho de 2010

As primeiras idas ao banheiro feminino

Com a chegada da minha prima fiquei com duas pessoas dispostas a me ajudar a não passar mais vergonha no colégio, porém depois de tudo que eu passei quase não tinha mais vontade de ir ao banheiro. Fiquei espantado quando passei incríveis 3 dias sem vontade, mas na verdade sempre que uma pequena vontade surgia eu reprimia e dessa forma ficava vários dias sem vontade nenhuma. Eu acabava indo ao banheiro apenas 2 vezes por semana e minha colega e prima estavam sempre me perguntando se eu estava com vontade.

As condições do banheiro feminino embora melhores que o masculino não me animavam muito. O chão era ainda mais urinado, o sanitário sempre sujo, as parede marcadas com dedo sujo (eu achava isso o mais nojento de todos, imaginar alguém se limpando com o dedo pra passar na parede me dava náuseas) e o fato de que dependendo da hora não havia mais papel e a única saída era vasculhar na lixeira por papel usável. Após alguns dias fui notando que eu consegui prender a vontade por um período, porém quanto mais tempo seu segurava quando a vontade vinha forte eu não aguentava segurar muito. Era mais ou menos assim, 5 dias sem ir ao banheiro me dava uma segurança de uma hora para ir ao banheiro, mas ficar 8 dias sem ir fazia que eu não conseguisse me segurar nem por 10 minutos e era por essas situações que eu apelava para o banheiro feminino. Essa fato curioso me rendeu várias situações constrangedoras que irei contanto eu outros posts, vou deixar esse para contar alguns fatos que marcaram minhas idas ao banheiro feminino.

Lembro de achar por várias vezes na lixeira calcinhas sujas que acho que no desespero fora abandonadas, tenho na memória uma que não tinha nem lugar para pegar estava completamente suja. Em raríssimas ocasiões eu encontrava meias que também foram usadas para se limpar.

Outra fato que acho jamais sairá da minha memória foi quando em um dia quando eu estava na cabine eu comecei a sentir um forte cheiro de coco e já estava achando que era por minha causa quando na cabine do meu lado eu ouvi uma forte batida de porta e depois o choro de uma menina. Por curiosidade eu olhei por baixo do vão entre uma cabine e outra e vi uma menina que estava em um estado que eu jamais cheguei perto de ficar. Ela simplesmente estava toda cagada, as pernas estava que era só coco, tinha entrado merda nas sandálias dela e as meias estavam simplesmente podres. Fiquei com muita pena da garota que chorava e soluçava muito. Chamei minha prima que estava na pia esperando meu sinal e pedi que ajudasse a garota. Fiquei olhando pelo vão minha prima consolar a garota e tentar limpá-la mas com o que elas tinhas lá iam ser impossível. Por fim dei minhas meias pra ela usar, minha prima tbm deu as delas e deu para pelo menos deixar ela em um estado melhor, tirando o cheiro só olhando não dava nem pra notar o que tinha acontecido. Só não deu pra limpar o rastro que ela deixou de sujeira pelo corredor até o banheiro, nem pra evitar que as pessoas fizessem brincadeiras de mal gosto com a garota. Ela disse que passou mal com alguma coisa que ela havia comido na noite anterior e havia pedido pra mãe não ir pra escola mas a mesma não lhe deu atenção, então na sala de aula veio a vontade e ela não conseguiu segurar. Fiquei triste por ela pois já havia sentido algo parecido mas fiquei feliz por ser mais uma pessoas a se juntar em nosso grupo.

sábado, 12 de junho de 2010

A transferência da minha prima

Depois do acidente do ônibus, por medo, comecei a me prender mais até pq as obras do hotel na minha rua começaram a avançar e já era meio complicado entrar no terreno antes de chegar em casa. Comecei então a tentar sempre ir no banheiro mas as condições do mesmo só complicava tudo. Passei então a me isolar e apenas a minha colega que me acompanhou no ônibus naquele dias as vezes vinha passar um tempo do recreio ao meu lado. Ela me dava dicas de ir ao banheiro, dizia que ela mesmo qdo tinha vontade de fazer o número 2 subia na privada e se agachava, mas isso pra ela é fácil já que uniforme feminino era saia e não calça como era o masculino sem dizer que lá as portas tinham tranca coisa que no banheiro masculino já haviam quebrado a última que funcionava. Em um belo dia no recreio eu havia me afastado das pessoas para que não sentissem meu cheiro pois pra variar eu tinha tentado ir no banheiro mas apenas consegui me sujar mais ainda, eu estava comendo alguma coisa quando comecei a ouvir uma voz familiar me chamando e quando acho a fonte da voz percebi que era da minha prima. Ela veio correndo em minha direção e foi logo dizendo que foi transferida e outras coisas aleatórias. Nesse meio tempo a minha colega se aproximou e começou a ouvir a faladeira da minha prima até que certo ponto minha prima começou a falar que estava sentindo cheiro de coco, olhou em baixo dos sapatos, passou a mão na bunda e cheirou, cheirou a bunda da minha colega e é claro cheirou a minha :( ... por sorte a minha colega tomou a iniciativa e começou a explicar minha situação e inclusive contou o que aconteceu no ônibus, minha prima no início pareceu não acreditar mas se acalmou, minha colega teve que sair pois a estavam chamando e me deixou com minha prima. Ficamos um tempinho em silêncio até que a doida disse ter uma idéia brilhante >__> e vindo dela eu realmente tinha ficado com medo. Ela me puxou pelo braço e me levou para os banheiros mais afastados do pátio, entrou no feminino e de lá de dentro gritou que eu poderia entrar, eu entrei e estava vazio mas percebi que tinha uma cabine ocupada. Ela então falando baixinho no meu ouvido me pediu pra entrar em uma cabine  e me limpar eqto ela ficaria vigiando e me ajudaria a sair. Eu não tinha nada a perder e resolvi entrar e me assustei com a quantidade de cabines ali, era praticamente o triplo do masculino. Vi pelos pezinhos que haviam duas ocupadas e escolhi a do fundo, entrei e tranquei a porta, mas logo percebi que o banheiro feminino é exatamente igual ao masculino... o chão todo molhado de xixi, coco na parede e na borda do vaso e é claro o papel tinha acabado. Chamei minha prima e disse que não tinha papel e ela sem pensar duas vezes disse que qdo acaba procura na lixeira papel usado pra secar xixi e usa pra limpar a bunda, sem ter outras opções fiz igual a ela afinal pior não ficaria, aproveitei tbm pra jogar fora a cueca suja. Ela me ajudou a sair do banheiro e combinamos que toda vez que eu tivesse vontade ela ou minha colega me ajudariam a usar o banheiro feminino. Isso gerou certas situações que irei contando aqui foras os outros micos.

Ps: Gostaria de deixar um grande bjo pra minha leitora preferia, a Patrícia =**